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Qui, 09 de Fevereiro de 2012 00:00 |
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Ao que tudo indica, 2012 marcará um retrocesso no sistema administrativo das empresas de todo o Brasil. No final do ano, o Ministério do Trabalho publicou o adiamento – apenas, e não o cancelamento - da implantação da obrigatoriedade do novo ponto eletrônico – que deve ser instalado para o registro da jornada de trabalho em todas as empresas com mais de dez empregados. O sistema deveria ser adotado no primeiro dia deste ano, mas a implantação ocorrerá por meio de datas diferenciadas a partir de abril, de acordo com os setores e tamanho das empresas. Entendemos que o adiamento foi um avanço, uma vez que as dificuldades operacionais ainda não superadas em alguns segmentos da economia foram usadas como justificativa da prorrogação. E é esse mesmo o ponto: o setor produtivo não apoia tal medida.
O cancelamento dessa futura imposição do sistema eletrônico como registro de ponto para os empregados é um desejo comum aos trabalhadores e empregadores, pelos inúmeros inconvenientes que a medida acarreta. De imediato, já argumentamos que há um equívoco no pressuposto de que o atual sistema é vulnerável a fraudes em marcação de pontos. Ao contrário dos indesejáveis impactos que essa medida provocará, que são bem fáceis de comprovar. Posicionamo-nos no sentido de que a solução apresentada se mostra ineficaz para eliminar fraudes e aumenta desnecessariamente os custos, já que as empresas precisarão adquirir novos registradores eletrônicos de ponto – que não são sempre disponíveis no mercado -, terão assim custos operacionais e deverão alterar a gestão do controle de jornada.
As confederações, federações, sindicatos e associações laborais e empresariais estão unidas em prol da revogação da referida Portaria. As regras foram elaboradas sem diálogo prévio com a sociedade e provocam insegurança. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), por exemplo, estima em R$ 6 bilhões o custo inicial da medida para as empresas brasileiras. Além disso, a entidade mostra, ainda, o desconforto para os trabalhadores, que precisarão esperar em filas para fazer o registro e aguardar a impressão do comprovante, além da necessidade de guardar milhares de tíquetes. A norma pode provocar ainda um retorno a formas obsoletas de ponto, como o registro manual, já que os tais tíquetes podem se apagar com a ação do tempo, desvalorizando-se juridicamente.
Mas o ponto mais impactante é a contrariedade aos princípios de sustentabilidade ambiental ao obrigar a impressão desnecessária de 500 milhões de tíquetes por mês. Para se ter uma ideia, se forem impressos dois desses papeizinhos por dia para dez milhões de trabalhadores, teremos cerca de seis bilhões de impressões desnecessárias por ano. Cálculos por alto mostram que uma empresa com 50 funcionários terá um custo adicional de R$ 2 mil por ano em bobina de papel. Nesse ponto, é notório retrocesso da medida.
Mesmo com as datas estabelecidas para que as empresas possam se adequar, ainda temos a esperança de que a presidenta Dilma Rousseff analise a questão de modo a atender às reivindicações dos empresários e trabalhadores quanto aos principais problemas e impactos decorrentes do novo registro eletrônico de ponto. A medida é um exemplo de burocracia ineficaz e um absurdo ecológico, como já foi mostrado. Essa obrigatoriedade traz, afinal, outro registro: o de que o governo, ao arbitrar sobre este ponto, não está em perfeita sintonia com a sociedade.
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Ter, 07 de Fevereiro de 2012 00:00 |
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Fevereiro marca o início de mais um ano letivo. E foi com muita honra que atendi ao convite da direção de uma instituição de ensino superior de Brasília - a UPIS Faculdades Integradas - para levar a minha experiência de vida profissional para a aula inaugural de estudantes que ingressam agora no mundo acadêmico em busca de carreiras bastante heterogêneas. Na plateia, futuros administradores, agrônomos, contabilistas, economistas, advogados, veterinários, secretários, turismólogos, zootecnistas, geógrafos e historiadores. Como missão, transmitir a esses jovens sonhadores qual é a realidade do mercado de trabalho atual da Capital Federal.
Ao longo dos 50 anos, o DF mudou. Não somos uma cidade meramente administrativa. Temos um setor produtivo em desenvolvimento. Vamos aos números apresentados. O Produto Interno Bruto do Distrito Federal referente ao ano de 2010 mostra crescimento de 3,6% em 2010 frente ao ano anterior, com resultado impulsionado pelo crescimento de 7,5% do setor industrial e apenas 3,3% de serviços. Esse novo quadro reflete o momento de ajustes que vem experimentando o País no sentido de contingenciamento de gastos governamentais e, mantendo-se este cenário pelos próximos anos, a economia do DF necessitará de outra fonte de crescimento. Neste caso, o setor industrial se mostra como principal alternativa.
A taxa média de desemprego no Distrito Federal fechou 2011 em 12,4%, contra os 13,6% apurados em 2010. Uma boa notícia para quem está entrando no mercado, já que a tendência para os próximos anos é de maior diminuição no desemprego. A Copa do Mundo surge no nosso calendário como o maior celeiro de oportunidades para o mercado de trabalho, principalmente na indústria. Mas o momento também é extremamente propício para o empreendedorismo. E o brasileiro está aproveitando o ensejo. Em 2010, por exemplo, a Taxa de Atividade Empreendedora (TEA) foi a mais alta desde o início da realização da pesquisa no País. E o mais animador é observar que o empreendedorismo motivado pela oportunidade volta a ser maior que o dobro do que o empreendedorismo por necessidade.
É importante que os estudantes brasileiros tenham visão para os negócios. O empreendedor é o grande ator do crescimento econômico e do desenvolvimento sustentável de uma nação. Sua atuação se reflete nas transformações econômicas, sociais e ambientais da sociedade e é responsável direta pela evolução e bem-estar do cidadão. Entretanto, é necessário primar sempre pela inovação. Uma empresa só consegue ser inovada atuando em um ambiente inovador. Esse é um desafio que precisamos enfrentar.
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Qua, 25 de Janeiro de 2012 20:15 |
O nosso Brasil, país emergente, está em alta no cenário internacional. Sede da próxima Copa do Mundo de futebol da Fifa, o País deu exemplo a outras nações tradicionalmente mais fortes de como driblar a crise financeira e viu sua classe C crescer assustadoramente nos últimos anos. No universo interno, o Centro-Oeste vem despontando como a região que mais cresce e atraindo grandes investimentos para a região central do País. E esses pontos fizeram com que o Distrito Federal e Goiás fossem protagonistas de uma série de reportagens que estão sendo realizadas sobre o nosso País pelo caderno especial do USA Today - jornal diário de maior circulação dos Estados Unidos.
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Última atualização em Qua, 25 de Janeiro de 2012 20:17 |
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Seg, 06 de Fevereiro de 2012 00:00 |
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O Distrito Federal está engajado na missão empresarial que irá à Alemnha neste ano para participar do evento mundial mais importante da economia digital, a CeBit. A missão será realizada entre os dias 4 e 12 de março e as inscrições devem ser feitas até o dia 10 de fevereiro. A página oficial do evento é http://www.cebit.de/home e conta com os dados da edição anterior e as expectativas para a feira de 2012. Várias conferências serão realizadas no pavilhão como uma que analisa as tendências para a indústria digital.
Em 2012, o Brasil é o país parceiro oficial, tendo um papel de destaque no evento e uma participação com grande visibilidade, marcando presença em diversos pavilhões da feira. A presidenta Dilma Roussef já confirmou presença na cerimônia de abertura e o encontro já tem como certa a participação da maior delegação de companhias nacionais de todos os tempos. Até agora, cerca de 50 empresas privadas e de 15 instituições públicas reservaram espaço em um dos seis estandes que o Brasil contará na mostra. Para informações adicionais sobre a feira e sobre a missão do DF entre em contato pelo email
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ou pelos telefones (61) 3362-6120/6122.
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Última atualização em Seg, 06 de Fevereiro de 2012 17:31 |
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Construção civil reage bem no final de 2011 |
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Sex, 20 de Janeiro de 2012 20:32 |
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Sex, 20 de Janeiro de 2012 00:00Mesmo antes do anúncio de que a construção civil terá a partir de 2012 um montante de R$ 778 milhões para executar obras no Distrito Federal, o nível de atividade do setor aumentou em novembro na comparação com o mês anterior, segundo pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Sindicato da Construção Civil do DF (Sinduscon/DF). O indicador da evolução do nível de atividade da construção em novembro situou-se em 55,3 pontos (frente aos 47,2 pontos registrados em outubro). Esse é o primeiro resultado acima da linha divisória dos 50 pontos em dezessete meses. "Nosso setor anseia por uma recuperação neste ano que se inicia e os investimentos do GDF trarão benefícios à sociedade com garantia de bons negócios para a construção civil", comemora o presidente do Sinduscon-DF, Julio Cesar Peres.
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Última atualização em Qua, 25 de Janeiro de 2012 20:16 |
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